O 2º Encontro da Sociedade Civil – Petróleo no Brasil: Impactos Socioambientais da 11ª Rodada de Licitações Vinculadas à Área Petrolífera, promovido pela Ajuda da Igreja Norueguesa (AIN), reuniu diversas organizações para discutir os impactos da expansão petrolífera no Brasil, nacional e regionalmente. O encontro foi realizado nos dias 9 e 10 de maio, no Rio de Janeiro (RJ). A FLD esteve presente, junto com outros parceiros da AIN – Ibase, Inesc e Diaconia de Recife – além de representantes da Fase, do Greenpeace, Movimento dos Sem Terra, Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Sindipetro/RJ, entre outros.

Leia artigo (em inglês) de Julia Esther Castro, coordenadora executiva do PAD, publicado no jornal inglês The Independent.

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, no dia 8 de maio, em reunião da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, deixou claro qual é a verdadeira e única visão do atual governo em relação aos sérios e graves conflitos que envolvem os povos indígenas.

“A desigualdade segue sendo um problema muito grave no Brasil”. Ela é “muito superior à de qualquer país desenvolvido” e, com exceção da África do Sul, é a maior “entre economias com o mercado interno dinâmico”, informa Alexandre de Freitas Barbosa à IHU On-Line. Coordenador da pesquisa “O Brasil real: A desigualdade para além dos indicadores”, encomendada pela organização europeia Christian Aid, e realizada por um conjunto de pesquisadores do Centro Brasileiro de Análise de Planejamento – Cebrap, o economista reconhece a efetividade das políticas públicas desenvolvidas pelo governo brasileiro nos últimos dez anos, mas adverte que o “fim da miséria é apenas o início. A próxima agenda é a do desenvolvimento com combate à desigualdade, e para isso a transferência de renda via Bolsa Família é insuficiente”. Para ele, slogans utilizados pela mídia e pelo governo, tais como “ascensão da nova classe média”, “país rico é país sem pobre”, “o Brasil vai virar uma potência desenvolvida”, acabam contribuindo para ofuscar a agenda do desenvolvimento da desigualdade.

Na manhã desta quinta-feira (9/5), lideranças munduruku receberam o mandado que determina a reintegração de posse do canteiro de obras de Belo Monte ocupado desde o dia 2 de maio. O clima é tenso e todos aguardam a chegada da Procuradora do MPF que deverá acompanhar o processo.

Companheiras e companheiros de luta em defesa da vida, dos rios, da floresta e dos animais da Pan-Amazônia. Estamos em um momento muito importante da luta contra o projeto do governo brasileiro para a Amazônia, proposta desenvolvimentista atrasada e autoritária que exaure as riquezas naturais da região e destrói o planeta, tendo a usina de Belo Monte e as demais barragens como carro chefe deste processo.

Diante da súbita retomada da discussão acerca da viabilidade da diminuição da maioridade penal, a Rede Ecumênica de Juventude (REJU) entende que não poderia posicionar-se, senão, contrária às linhas de pensamento que propõem tal redução, assim como a qualquer outra medida que, de forma camuflada, apresente “solução” que, na prática, culminaria em resultado semelhante. 

Nós, mulheres da AMB – Articulação de Mulheres Brasileiras, expressamos nossa indignação e preocupação com mais uma escalada contra os direitos das populações atingidas por barragens no sudoeste paraense, e em particular os direitos das mulheres.

No dia 5 de maio entrou em vigor o Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PF- PIDESC). Este Protocolo foi aprovado, por unanimidade, pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, no dia 10 de dezembro de 2008. Por Irio Luiz Conti.

Blog registra atos do movimento. Leia a Carta da Ocupação Número 1. Para mais, acesse: http://ocupacaobelomonte.wordpress.com/

 


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